segunda-feira, 29 de abril de 2013

Modernidades nem tão modernas assim!

Esta é para você que acha  que o   "Street View" é uma ferramente bem moderna:

"Depois de um agitado Dezembro - em que, sinceramente, chegamos a temer pelo êxito da grande viagem - o Pentágono, seguindo as recomendações de Curtiss, planeou uma estratégia que persuadiu os Judeus. Desde 1959, tanto a União Soviética como o nosso país vinham desenvolvendo um programa secreto de satélites espiões, destinados a uma mútua observação de todo o tipo de instalações militares, industriais, agrícolas, urbanos, etc. Estes olhos volantes foram ganhando em penetração, especialmente a partir dos chamados satélites da terceira geração, em 1966. Numa quarta geração, o Pentágono com a colaboração de empresas especializadas em fotografia (a Eastman Kodak, a Itek Corporation e a Perkin Elmer) - conseguira colocar em órbita um novo modelo de satélite (a série Big Bird), cuja aparelhagem era capaz de fotografar, a cento e cinqüenta quilômetros de altitude, os títulos do jornal de um homem que estivesse sentado na Praça Vermelha em Moscovo. Apesar da grande reserva do National Reconaissance Office - um departamento especializado e responsável por este tipo de informações, com sede no próprio Pentágono - algumas das características do Big Bird acabaram por chegar ao conhecimento dos serviços de espionagem de outros países. Em numerosas ocasiões, o Governo de Golda Meir tinha exercido pressão para que a eficiente rede dos nossos satélites espiões lhe proporcionasse informação gráfica dos movimentos das tropas, instalação de rampas de mísseis, novas construções, etc... dos países árabes. Pois bem, aquela foi a nossa oportunidade." [ Benitez. J.J - Operação Cavalo de Tróia Livro I p.  44 ]



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